Uma equipe pequena, de propósito.
Não terceirizamos atenção. Cada jogo que entra aqui passa por alguém com raízes no Nordeste e experiência real em desenvolvimento.


Nasceu da frustração de quem já viveu a cultura do improviso
Grande parte dos estúdios independentes no Brasil e na América Latina ainda está amadurecendo seus processos de qualidade. É comum que o QA só entre em cena na etapa final do desenvolvimento, quando o jogo já está sendo preparado para publicação na Steam, Google Play ou consoles.
Nesse momento, muitos desenvolvedores se deparam com exigências técnicas e de compliance das plataformas — como desempenho mínimo, estabilidade, comportamento de inputs, acessibilidade, localização e ausência de falhas críticas que afetem a experiência da pessoa jogadora.
Sem um processo contínuo de QA e gestão de defeitos, essas etapas acabam atrasando o lançamento e aumentando o retrabalho, comprometendo o cronograma e até a imagem do jogo.
O QA Game Hub nasceu justamente para resolver esse problema: oferecemos uma camada profissional de validação e documentação de bugs, conduzida por analistas experientes, ajudando o estúdio a subir o nível de maturidade de QA e garantir builds mais estáveis, saudáveis e prontas para publicação.
Nosso objetivo é tornar o QA parte estratégica do ciclo de desenvolvimento, e não apenas um “check final” antes da entrega.






Três perfis, um time.
Lucas Medeiros
Mariana Fonseca
Rafael Dantas
Desenvolvedor indie por cinco anos antes de virar tester profissional. Construiu o método de teste que hoje roda em todos os contratos.
Cuida da ponte entre o IFRN e os contratos ativos. Garante que cada bolsista entre num ciclo de teste real, não numa simulação de sala de aula.
Especialista em testes de regressão e fluxo de bug report. Já passou por mais de quarenta ciclos de teste em projetos solo e de equipe.
Se você chegou até aqui, provavelmente já sabe se quer conversar. A gente responde rápido e sem formulário genérico.
